Canto da Cultura e outros cantos.
Era uma vez...Em São José dos Campos!
Esse espaço é dedicado a história do Movimento Cultural Alternativo de São José dos Campos. Desde os anos 80 e vem se espalhando pela cidade em multiformes florações, como diria nosso poeta Moraes.
Acelerado e dinâmico são os desejos de novas criações, interligados de forma inconsciente, dando-nos uma leve impressão de Neo.
Nesse sonho, transitam Alans e Miran-tes, Varelas e Dyrces, Luzianos reluzentes, Inocêncios e culpados, o Sol e o dom do Idel, Plantas vivas, móbiles Núbiles, pops césares e augustos poetas de vanguarda. Faria e outros Farias, Planchêz, Almirez, Poeta Gomes virado para a Lua, Mandis, Revoluções Psicológicas com seus Edson, Lobão, Matéias, Miltinhos e Amiltons. Nélio, Moraes, Dany, os Darks Poetas e tantos outros que estão nessa galeria interminável.
Fortes presenças que fazem a diferença dentro desse mundo conturbado e com o eixo inclinado. E outras ausências que se tornaram símbolos de um movimento que não para.
ERA UMA VEZ EM SÃO JOSÉ DOS CAMPOS E DAS FLORES:
O Canto da Cultura, uma reunião de Poetas, um grupo de Loucos, andarilhos e filósofos.
O CANTO DA CULTURA começou em 1981 na Praça Afonso Pena de São José dos Campos.
Um tempo de prazer, porque a poesia movia para dentro e para fora…
Além da Poesia, Música, Teatro na rua, uma maneira alternativa de expor-se ao mundo.
Quem viu, não mais verá, quem não viu, não sabe o que perdeu. Mas quem não presenciou esse exótico acontecimento vai sentir o desejo de saber como foi esse evento tão bonito.
Foi assim que começou: ALAN E MIRAN…
Todo sábado na praça, o ponto de encontro.
Alan declamava e Miran cantava...
E foi aparecendo gente de todo lado. Um espaço para todos e cada um podia fazer ou dizer qualquer coisa.
LIBERDADE, LIBERDADE, LIBERDADE para expressar todo sentimento, todos os ardores da alma.